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Os Estilos...
High Heels Dance
Jazz Funk
A modalidade de dança Stiletto High Heels Dance (Stiletto) é muito interessante, trata-se da dança com salto alto. Pelas aulas é possível perceber um mix de muitos ritmos, com gasto de até 600 calorias em cada aula. Esse estilo de dança é popular porque muitas celebridades do pop são adeptas, e a Beyoncé é uma delas. A dança divertida faz uso do salto alto, e conquistou o mundo todo. A combinação da aula é feita por jazz, hip hop, e claro, o salto alto.
Aulas de Stiletto Dance Nas aulas, os movimentos leves e sutis são incentivados, usando os ombros, quadris, mãos e pés, e é valorizado uma pegada sensual, como os movimentos dos cabelo. O stiletto dance é uma modalidade que vem conquistando muitas brasileiras, na qual é procurada a essência da mulher, com sensualidade, de maneira natural e não vulgar.Há duas etapas a trabalhar no Stiletto Dance. A primeira é a High Heels, na qual o equilíbrio com o salto alto é orientado pelo professor. O recurso é encontrado com técnicas de ballet e jazz. E a segunda etapa da modalidade é chamada Femmology, orientando para exploração da própria essência, com muita feminilidade.
Benefícios Dentre os incríveis benefícios do Stiletto Dance há melhoria para o equilíbrio e também postura, além de melhorar a autoestima. É realizado trabalho muscular intenso pelo corpo inteiro. Para as adeptas, a cintura é marcada, e já as pernas, bumbum e panturrilhas ficam enrijecidos. Como surgiu? A modalidade apareceu na Broadway Dance Center, na cidade de Nova York, com a professora Dana Foglia, usando na dança o salto alto para diversas apresentações. E as dançarinas profissionais, pela influência da moda, precisavam dançar com salto alto, daí surgiu a idéia do Stiletto Dance. Indicações Para as mulheres interessadas pela divertida dança, não existe restrição de idade. Mas o Stiletto Dance não é recomendado para pessoas com problema na coluna ou lesão na perna. Em relação ao sapato, não há um específico, mas a dica é que não passe de 10 cm, e o tipo meia pata não é indicado.A dança é um tipo de exercício físico interessante e divertido para a rotina, e com esse diferencial é aliada da mulher, para que o corpo seja movimentado com regularidade. A atividade física é fundamental para estar em forma, além é claro, da alimentação adequada com cardápio balanceado.
Jazz Funk é a junção das danças urbanas com o jazz, voltado para um lado mais comercial e performático. É o principal estilo de dança usado em videoclipes, shows e performances de cantoras pop.
Extremamente musical, o jazz funk style em resumo, é um estilo de dança que reúne movimentos tanto do ballet clássico como street dance old school. Uma mistura perfeita para quem fez ballet a vida inteira e sempre quis dançar danças urbanas.
Assim Como o High Heels,
o Jazz Funk também
é uma dança muito
comercial, e a "Bounce
Studio de Dança", resolveu
Casar esses dois estilos
e levar a essa galera que
deseja ser uma DIVA, esses
dois estilos em uma
mesma turma.
Embora o twerk esteja por aí há 20 anos, desde que Miley Cyrus mostrou seus passos de dança durante o MTV Video Music Awards de 2013, a galera foi a loucura. Esse passo de dança para as mulheres tem tudo a ver com balançar o bumbum e acentuar o movimento dos quadris e do corpo. Alguns acham que fazer o twerk é divertido, engraçado, ou simplesmente esquisito, mas com certeza ele virou parte da cultura da dança moderna. Fique atualizado com a última moda e aprenda várias formas de fazer o twerk, começando pelo Passo 1 do seu método preferido.
No Brasil, a modalidade ainda é pouco difundida, mas, nos Estados Unidos, já virou até aula fitness nas academias devido ao grande clamor do público. E não é à toa. A dança oferece não só benefícios para o corpo, como trabalha e desenvolve a sensualidade.
Benefícios para o corpo
Segundo Ana Zgur, bailarina de twerk e membro do coletivo de dança Twerk Brasil, em uma aula de 40 minutos é possível queimar até 500 kcal. “A primeira diferença que a gente percebe é no abdome: ele risca na hora”, afirma. “Não tem como praticar a dança com a barriga relaxada, pois você fica agachada o tempo todo e, na maioria das vezes, na posição plié e demi-plié. Se você não tiver força abdominal, pode cair ou não executar bem o movimento”, completa.
Depois do abdome, a área mais trabalhada é a superior da coxa e o músculo femoral. “Tem que ficar agachada o tempo todo. Os músculos gritam”, brinca a bailarina. Além do fortalecimento dos músculos, a dança proporciona maior consciência corporal e ainda desenvolve a sensualidade. “Ao invés de fazer uma aula de abdominal, que muita gente costuma achar chata, vale mais a pena fazer uma aula de twerk, que ainda melhora o corpo em muitos outros aspectos”, indica Ana.
Para abordar o Hip Hop torna-se essencial resgatar, de forma sucinta, a origem do funk, pois essa forma de música surgiu da música negra americana, o “Rhythym and Blues”, rotulada como “race music” até cair no gosto popular dos jovens brancos americanos. Houve a partir da década de trinta, uma grande migração da população negra que vivia no sul do país, para os centros urbanos do norte dos Estados Unidos e que necessitava, emergencialmente, de trabalho. Neste período o Blues absorve instrumentos elétricos dando origem ao Rhythm’d Blues, que conseqüentemente mistura-se com a música gospel protestante, resultando no “Soul”, cuja tradução é “alma”. Na década de sessenta o Soul passa a ser a música de protesto dos movimentos em favor dos direitos civis dos negros, tornando-se a “black music” americana. Na luta por uma real cidadania, eles começam a fazer uso da palavra “funky” (fedorento), muito utilizada por seus agressores. Desta forma o Funky passa ser uma forma de atitude e identidade negra no vestir, falar, dançar, enfim, viver.
Na década seguinte, anos setenta, a mídia no Brasil se apropria desse estilo e passa a comercializa-lo, projetando o estilo “Black Power” com Gerson King Combo. Uma espécie de James Brown à brasileira. O Rio de Janeiro, por concentrar a maior mídia de massa da época, aglomera grandes equipes de som, como as “Soul Grand” e “Furacão 2000”, com realização de grandes bailes na zona sul e subúrbio da cidade. A imprensa batizou este movimento ao orgulho negro de “Black Rio”, entrando a década de oitenta sacudindo clubes, discotecas e casas noturnas das grandes capitais brasileiras.
Nos Estados Unidos, paralelamente, em Nova Iorque e Detroit, estava acontecendo uma reação ao movimento Black Power. Começa a surgir um dos primeiros elementos estéticos da cultura Hip Hop: o RAP (Rhythm And Poetry). Com a criação e comércio desacelerado dos CDs (compact disc), a classe média americana começa a se desfazer de seus toca-discos de vinil, então os jovens desempregados os recolhem e os reciclam, produzindo novos sons com esses vinis, criando o “stracting”, que é arranhar a agulha no disco de vinil no sentido anti-horário, o “phasing”, alterando a rotação do disco, e o “needle rocking”, a produção de eco entre duas picapes. Desta forma é lançada a base musical, ou melhor, o “break beats”, do rap. Esses DJs (disc jockeys) produziam seus sons nas ruas e becos, desta forma proporcionando o surgimento do movimento Hip Hop, que passou a unir a break dance, o rap, o graffiti, e o estilo b-boy (b-girl) com suas grifes esportivas.
O Hip Hop chega ao Brasil, vindo da Florida (EUA), pelo ritmo “Miami Bass” de músicas com batidas rápidas e erotizadas, mas este ritmo aqui foi batizado de “Funk”, uma retomada ao movimento anterior. Duas vertentes vão surgir neste estilo que acaba de chegar às comunidades de baixa renda. Uma atente a demanda da produção midiática, à cultura de massa, liderada por um grupo de pessoas que visam o lucro com esta produção, oferecendo a população uma forma de diversão e de passar o tempo. Enquanto que a outra vertente, o Hip Hop, propõe uma ação de protesto político e social para o exercício da cidadania. O termo Hip Hop tem na sua etmologia as danças da década de setenta, em que se saltava (hop) e movimentava os quadris (hip). Mas também há registros de que tenha sido criado por Afrika Bambaataa (Kevin Donovan).
O Rap (Rhythm And Poetry) tem sua origem nos “Sound Systems” da Jamaica, muito utilizados por lá na década de sessenta, uma espécie de carro de som onde o “toaster” (como o MC atual) discursava sobre os problemas socioculturais e políticos do seu povo. Em busca de trabalho, na década de setenta, esses toasters migraram para os Estados Unidos, e lá contribuíram para o surgimento do Rap. A linguagem do Rap possibilitou aparecer novos cantores, grupo musicais e mestres de cerimônia, os MCs, importantíssimos nos bailes funks e nas apresentações de Rap.
A Break Dance é a linguagem artística dentro do Hip Hop praticada pelos b-boys e b-girls, os adoradores de grifes esportivas. Este estilo de dança surgiu com a quebra da bolsa de valores dos Estados Unidos, em 1929, quando acontece o desemprego em massa. Os artistas dos cabarés americanos foram para as ruas fazerem seus números de música e dança, em busca de dinheiro. Daí surge a “Street Dance” (Dança de Rua), porém com uma estética própria daquela época. A break dance baseia-se na performance do dançarino, na sua capacidade de travar e quebrar os movimentos leves e contínuos. Ela é uma estética específica dentro da Dança de Rua (Street Dance) que possui característica de enfrentamento, protesto e/ou performance em grupo, mas permitindo que em determinado momento da apresentação alguém possa improvisar com a sua habilidade em break dance.
Outra expressão artística marcante no movimento Hip Hop é o “Graffiti”, que em parte tem a ver com a pichação, isto porque no surgimento do Hip Hop o graffiti servia para demarcar becos, muros e trens nas grandes metrópoles. Com a essência do movimento Hip Hop, nos anos oitenta, essas demarcações foram se transformando em verdadeiros murais de obras de arte. Hoje há uma nítida diferença entre o graffiti e a pichação, inclusive pela ilegalidade e vandalismo do segundo. O movimento Hip Hop tem sido respeitado por uma grande parcela da sociedade brasileira. Mérito alcançado pelos líderes conscientes deste movimento no Brasil.
Hip Hop
Twerk
Beyoncé
7/11
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Tyga
Rack City
